Condição cerebrovascular

Malformação arteriovenosa cerebral

A malformação arteriovenosa cerebral, ou MAV, é uma conexão anormal entre artérias e veias no cérebro.

Suíte hospitalar real de ressonância e intervenção, sem paciente
Imagem ilustrativa de ambiente hospitalar, sem paciente. Suíte iMRI — SoccerNathan9, CC BY-SA 4.0. Fonte e licença.
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O que significa o diagnóstico de MAV?

Vídeo educativo já publicado no perfil oficial do Dr. Clezio Castro. Não substitui avaliação médica individualizada.

A malformação arteriovenosa cerebral é uma conexão anormal entre artérias e veias. Sua apresentação, anatomia e risco variam, por isso a conduta deve ser individualizada.

Conteúdo educativo baseado em diretrizes. As recomendações científicas orientam decisões, mas não substituem avaliação individual nem a validação clínica do médico responsável.
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Como uma MAV pode se manifestar?

Pode ser descoberta após hemorragia, convulsão, sintomas neurológicos ou incidentalmente em exame realizado por outro motivo.

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Quais exames são utilizados?

Ressonância e angiotomografia ajudam a identificar a lesão. A angiografia por cateter detalha alimentação arterial, nidus e drenagem venosa quando essa informação influencia a decisão.

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Quais opções podem ser discutidas?

Observação, microcirurgia, embolização e radiocirurgia são possibilidades. Elas podem ser usadas isoladamente ou em combinação, dependendo da anatomia e do objetivo terapêutico.

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Embolização é sempre tratamento definitivo?

Não. Em algumas situações pode ser parte de uma estratégia antes de cirurgia ou radiocirurgia; em outras, pode ter objetivo específico. A evidência varia e a indicação deve ser multidisciplinar.

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Por que a decisão é complexa?

É preciso equilibrar história natural, risco de sangramento, sintomas, idade, localização, padrão venoso e riscos de cada intervenção. Não existe uma solução única para todas as MAVs.

Referências

Fontes científicas

  1. AHA/ASA 2017 — manejo das malformações arteriovenosas cerebrais

Fontes consultadas em 31/08/2026. Diretrizes podem ser atualizadas; a conduta deve considerar a versão vigente e o contexto do paciente.

Avaliação individualizada

Uma decisão responsável começa pelo contexto completo.

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